Dezembro 2015: a “Porta Santa da Caridade” num albergue para pessoas sem teto
Dez dias depois de ter aberto a Porta Santa da Basílica de São Pedro, o
Papa foi até um albergue dirigido pela Cáritas e celebrou uma missa com
200 pessoas, entre sem-teto atendidos pela instituição, funcionários e
voluntários. Ele abriu lá dentro a “Porta Santa da Caridade”, a primeira
Porta Santa da história da Igreja que não fica numa grande catedral ou
basílica: era uma simples porta, repleta de simbolismo, no meio de
pessoas necessitadas.
Janeiro 2016: pacientes em estado vegetativo
O Papa visitou uma clínica para doentes em estado vegetativo e um lar
para idosos, em clara chamada de atenção para a dignidade de toda vida
humana, inclusive nas situações de fragilidade – em que muitas pessoas
são abandonadas ou ignoradas.
Fevereiro 2016: dependentes químicos em recuperação
Em Castelgandolfo, onde se localiza a tradicional residência pontifícia
de verão a cujo uso Francisco renunciou, ele visitou uma comunidade na
qual são tratados jovens em luta contra a dependência química.
Março 2016: o lava-pés com refugiados
Na Quinta-Feira Santa, o Papa foi ao centro de acolhimento de refugiados
de Castelnuovo di Porto, que hospedava 900 pessoas de cerca de 20
países, e, durante a tradicional Celebração da Ceia do Senhor, lavou os
pés de doze refugiados, entre eles um hindu e três muçulmanos.
Abril 2016: campo de refugiados de Lesbos, Grécia
Desta visita emblemática, durante a qual foi acompanhado pelo patriarca
Bartolomeu e pelo arcebispo Hieronimos, Francisco voltou a Roma levando
consigo no avião três famílias de refugiados sírios, que foram acolhidas
na Itália.
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Maio 2016: pessoas com deficiências mentais
Em Ciampino, arredores de Roma, o Papa visitou a comunidade “Il Chicco”
(“O Grão”, em italiano), onde vivem 18 pessoas com problemas mentais.
Ele lanchou com os membros e voluntários da comunidade, ouviu
testemunhos e visitou as oficinas onde cada um deles, de acordo com suas
próprias capacidades, faz trabalhos manuais.
Junho 2016: sacerdotes idosos e enfermos
Francisco foi a duas comunidades que acolhem padres idosos e doentes: a
casa Monte Tabor, onde moram oito sacerdotes enfermos, e a casa São
Caetano, onde vivem 21 padres idosos da diocese de Roma.
Julho 2016: um hospital pediátrico e o campo de concentração de Auschwitz
Durante a Jornada Mundial da Juventude em Cracóvia, o Papa foi até um
hospital que atende todos os anos milhares de crianças com diversos
desafios de saúde. Ele também fez uma visita silenciosa ao campo de
concentração nazista de Auschwitz, que hoje é mantido como museu.
Agosto 2016: vítimas da prostituição
Francisco visitou a Comunidade Papa João XXIII, que acolhe mulheres
libertadas da prostituição forçada. A maioria vem dos Bálcãs e da
África. Todas sofreram brutalidades físicas e agora vivem sob proteção,
pois escaparam de seus captores. O Papa disse às jovens: “Peço perdão
por todos os católicos e fiéis que exploraram, abusaram e violentaram
vocês”.
Setembro 2016: UTI neonatal e unidade para doentes de câncer em fase terminal
O Papa voltou a enfatizar o valor da vida humana em suas horas de maior
fragilidade, tanto no início quanto no fim: desta vez, ele visitou uma
UTI neonatal e uma unidade de tratamento de pacientes de câncer em
estágio terminal. Francisco abraçou, consolou e deu forças, em especial,
aos pais dos bebês enfermos.
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Outubro 2016: orfanato em Roma
O Santo Padre visitou a Vila SOS de Roma. Trata-se de uma estrutura
formada por 5 casas, em cada uma das quais vivem no máximo 6 meninos e
meninas de até 12 anos, acompanhados por uma responsável que é chamada
de “mãe SOS”. As crianças mostraram ao Papa o jardim e o parquinho, além
dos seus quartos e brinquedos.
Novembro 2016: famílias de sacerdotes que deixaram o ministério
Francisco foi até um apartamento romano em que estavam reunidas sete
famílias formadas por homens que deixaram o ministério sacerdotal e
dedicou parte da tarde a conhecê-los e ouvir a sua história.
Inspiração para você
Certamente existem pessoas perto de você que ficarão muito felizes em
receber uma visita marcada pela escuta, pelas palavras de carinho, pelo
abraço fraterno, pela oração de um Pai-Nosso ou de uma Ave-Maria… Pode
ser um orfanato, um asilo de idosos, um hospital, uma associação
beneficente, uma entidade para pessoas com algum tipo de deficiência, ou
simplesmente um vizinho idoso, uma família carente, uma pessoa nova no
bairro…
Pense um pouco. Quem você vai visitar na sua próxima Sexta-Feira da Misericórdia?
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