domingo, 4 de dezembro de 2016

Obras e Orações Indulgenciadas – Parte 2


Indulgência parcial
21. Senhor Deus todo-poderoso
Senhor Deus todo poderoso, que nos fizestes chegar ao princípio deste dia, salvai-nos hoje por vosso poder, de sorte que não nos deixemos arrastar a pecado algum neste dia, mas nossas palavras, nossos pensamentos e obras tendam sempre só ao cumprimento da vossa justiça. Por Cristo, nosso Senhor. Amém.

22. Eis – me aqui, ó bom e dulcíssimo Jesus
Eis – me aqui, ó bom e dulcíssimo Jesus ! De joelhos me prostro em vossa presença e vos suplico com
todo o fervor de minha alma que vos digneis gravar no meu coração os mais vivos
sentimentos de fé, esperança e caridade, verdadeiro arrependimento de meus
pecados e firme propósito de emenda, enquanto vou considerando com vivo afeto e
dor as vossas cinco chagas, tendo diante dos olhos aquilo que o profeta Davi já
nos fazia dizer, ó bom Jesus: “Transpassaram minhas mãos e meus pés e contaram
todos os meus ossos” (SI 21,17; cf. Miss. Rom., ação de graças depois da missa).
Concede-se indulgência plenária, nas sextas-feiras da Quaresma, ao fiel que recitar piedosamente esta
oração, diante de uma imagem de crucificado, depois da comunhão; e indulgência
parcial nos outros dias do ano.
23. Congresso eucarístico

Concede-se indulgência plenária ao fiel que participar com devoção do solene rito que costuma encerrar
o congresso.
24. Ouvi-nos
Ouvi-nos, Senhor santo, Pai todo-poderoso, Deus eterno, e dignai-vos mandar do céu o vosso santo anjo, para
que ele guarde, assista, proteja, visite e defenda todos os que moram nesta casa. Por Cristo, nosso Senhor. Amém.
Indulgência parcial.
25. Exercícios espirituais
Concede-se indulgência plenária ao fiel que faz os exercícios espirituais ao menos por três dias.
26. Dulcíssimo Jesus
(Ato de reparação)
Dulcíssimo Jesus, cuja infinita caridade para com os homens é por eles tão ingratamente  correspondida com esquecimentos, friezas e desprezos, eis-nos aqui prostrados na vossa presença, para vos desagravarmos, com especiais homenagens, da insensibilidade tão insensata e das nefandas injúrias com que é, de toda a parte, alvejado o vosso amorosíssimo Coração.
Reconhecendo, porém, com a
mais profunda dor, que também nós, mais de uma vez, cometemos as mesmas
indignidades, para nós, em primeiro lugar imploramos a vossa misericórdia,
prontos a expiar não só as próprias culpas, senão também as daqueles que,
errando longe do caminho da salvação, ou se obstinam na sua infidelidade, não
vos querendo como pastor e guia, ou, conculcando as promessas do batismo,
sacudiram o suavíssimo jugo da vossa santa lei.
De todos estes tão deploráveis crimes, Senhor, queremos nós hoje desagravar-vos, mas,
particularmente, da licença dos costumes e modéstias do vestido, de tantos
laços de corrupção armados à inocência, da violação dos dias santificados, das
execrandas blasfêmias contra vós e vossos Santos, dos insultos ao vosso Vigário,
e a todo o vosso Clero, do desprezo e das horrendas e sacrílegas profanações do
Sacramento do divino amor, e, enfim, dos atentados e rebeldias das nações
contra os direitos e, o magistério da vossa Igreja.
Oh! se pudéssemos lavar, com o próprio sangue, tantas iniqüidades!
Entretanto, para reparar a honra divina ultrajada, vos oferecemos, juntamente com os merecimentos da
Virgem Mãe, de todos os Santos e almas piedosas, aquela infinita satisfação,
que vós oferecestes ao Eterno Pai sobre a cruz, e que não cessais de renovar,
todos os dias, sobre nossos altares.
Ajudai-nos, Senhor, com o auxílio da vossa graça, para que possamos, como é nosso firme propósito, com a
viveza da fé, com a pureza dos costumes, com a fiel observância da lei e
caridade evangélicas, reparar todos os pecados cometidos por nós e por nosso
próximo, impedir, por todos os meios, novas injúrias de vossa divina Majestade
e atrair ao vosso serviço o maior número de almas possíveis.
Recebei, ó benigníssimo Jesus, pelas mãos de Maria santíssima reparadora, a espontânea homenagem deste
nosso desagravo, e concedei-nos a grande graça de perseverarmos constantes, até
a morte, no fiel cumprimento dos nossos deveres e no vosso santo serviço, para
que possamos chegar todos à pátria bem-aventurada, onde vós com o Pai e o
Espírito Santo viveis e reinais, Deus, por todos os séculos dos séculos. Amém.
Concede-se indulgência parcial ao fiel que recitar esse ato de reparação piedosamente, e indulgência
plenária se o ato se recitar publicamente na solenidade do Sagrado Coração de
Jesus.

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